Cada vez mais os dias festivos, são os dias de afirmação enquanto divergente numa sociedade consumista. Mas quer pelo marketing agressivo de cada montra desencaminhadora, quer pelo tema implementado, cores e grafismos, assumo, como ser feminino, sucumbir à economia de escala. De vez em quando, cedo a alguns caprichos contrariando valores mais vincados. O dia de S. Valentim é cada vez mais um destes dias. Ganha o valor comercial. Montras avermelhadas que nos berram nos olhos. Dou por mim a invejar as mentes dispersas noutros assuntos menos libidinosos. Passam por estas cores, decorações e artefactos de lingerie sem que nada os apele e não os faça perder no mundo imaginário. Tal como o Carnaval, esta comemoração tem uma origem muito controversa: o dia 14 é o marco da morte do bispo Valentim, insubordinado, continuou a realizar casamentos quando tal foi proibido. Coincidentemente, ou não, é véspera de comemoração do festival, da época romena - Lupercália - celebração de saúde ...
Histórias e estórias intensas, quentes, vividas, imaginadas e sentidas! Apenas o alter ego de uma mulher desconhecida e de mente libidinosa.