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Pequeno almoço na sala!

Adoro quando me acordas assim. As mãos suaves passeiam no meu corpo ainda meio adormecido. Despertas-me com beijos suaves pela minha pele quente debaixo dos lençóis. Estou nua. É daquelas noites em que não me recordo ter despido. Ainda não consigo abrir os olhos e tu sussurras-me vou inspeccionar a tua depilação. Solto um sorriso enquanto desapareces dentro dos cobertores.

As tuas mãos estão suaves e eu estou a acordar ao ritmo que tanto aprecio. Afastas-me as pernas para te encaixares no meio. Beijas-me as coxas e eu já adivinho o que se segue. A libido acorda também e manifesta-se nos meus movimentos lânguidos. 

Saboreias-me. Estou num misto de sonho. Lambes a minha vulva e chupas ate eu soltar um gemido. Assim certificas-te que estou bem acordada. Tornas a repetir os chupões e lambidelas, por todos os meus lábios interiores. Estou a deliciar-me e começo a mover a minha anca. Penetras-me com os dedos e solto algo de forma gutural. "Quero mais!" De repente rodamos os corpos. Estás aprisionado debaixo de mim e eu gemo. Não quero mais os cobertores, estou a ferver. E começo a ansiar por mais. Salto da cama. Adoro-te deixar surpreso.

- Pequeno almoço na sala! Anda! - Convido eu de forma perversa. Subo o estore quero que me aprecies com a luz da manhã. Subo a mesa e disponho-me para ti. quando entras na sala estas com um brilho nos olhos que combinam com os restos do meu mel ainda na tua boca. Sentaste numa cadeira e continuas a mestria da tua língua em mim. Eu peço mais e tornas a explorar-me com os teus dedos. Estou tão excitada, sinto-me tão devassa. E solto um pedido de forma bisonha. - "Quero que sejas mauzinho comigo". Mais uma vez provoco o teu olhar intrigado. 

Perguntas-me o que me apetece. Eu não sei de onde advém estes desejos, mas quando respondo, até a mim me surpreendo. - "Quero que me batas com as cordas!"

Coloco-me na posição de espera, como uma autêntica submissa, sentada sob os joelhos, bem no centro da mesa. Quando voltas, eu gatinho ate á cabeceira da mesa. abocanho a tua tesão que esta no auge enquanto fazes as cordas passear ao longo da minha pele. Sinto-as suaves mas pesadas, e soltas o primeiro açoite. Saboreio-te e gemo e percebes que quero mais. Outra e outra sobre as minhas nádegas arrebitadas e ao teus dedos descobrem a humidade que me provocas. Rodas sobre a mesa e, sem demoras, entras em mim com toda a volúpia.

Sinto-me a expandir a cada estocada e chicoteada. Toco-me enquanto as tuas mãos fazem maravilhas. Ora me apertas os seios, ora me penetras no outro orifício ali em oferenda. Estou em desvario. 

Sais de mim porque sentes o que o meu corpo pede. É esta cumplicidade que temos que me incendeia. Não precisamos dizer nada. 

Estimulas o meu botão de rosa só com o roçar e eu suplico – "Mais! Entra em mim!". Preenches-me lentamente enquanto me perguntas se quero mais. - "Sim! Todo em mim". - Deliras tu e eu também e ouvem-se gemidos. Seguro-me na outra ponta da mesa para sentir cada profundidade conseguida. Volto a tocar-me. Estou a escorrer como não tinha memoria. Peço-te para subires para a mesa. Quero-te colado a mim, e dizes que não aguentas muito mais. Estou a deixar-te louco. Eu também estou a sucumbir ao clímax e peço - "Vem-te! Agora!". Os dois num autêntico êxtase em uníssono.

Um excelente pequeno almoço de domingo e vamos ao banho acordar para a realidade.
Imagens cedidas por x-art.com

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